Surfando pela Net, encontrei este tesouro que retrata muito bem o que vem a ser um hipertexto.
Características do hipertexto
Segundo Lévy (1993), o hipertexto possui seis princípios abstratos que permitem preservar as múltiplas interpretações do modelo de hipertexto:
" O princípio da metamorfose - a rede está em constante construção e renegociação com todos os elementos que a compões, sejam eles humanos ou objetos midiáticos.
" O principio da heterogeneidade - os elementos de conexão são heterogêneos. Permite colocar "em jogo pessoas, grupos, artefatos, forças naturais de todos os tamanhos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar" entre eles.
" O princípio da multiplicidade e de encaixe de escalas - coloca a capacidade de organização de forma fractal. Qualquer nó ou conexão pode se analisado como parte de toda uma rede.
" O princípio de exterioridade - seu universo depende de um exterior indeterminado. Seu crescimento e diminuição dependem de novos elementos externos à ele.
" O princípio de topologia - "A rede não está no espaço, ela é o espaço". Tudo funciona por proximidade.
" O princípio de mobilidade dos centros - A rede possui diversos centros saltando de um nó a outro. Não existe um centro único.
(trecho extraído do endereço: http://www.pedagobrasil.com.br/pedagogia/hipertextonaeducacao.htm
Garimpando Culturas
sábado, 30 de julho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
O papel do educador em uma sociedade em que as NTIC's geram profundas mudanças
Como diz o trecho de uma canção popular, “nada ficou no lugar... vou invadir sua aula... que é pra ver se você olha pra mim...” As NTICs vieram pra ficar e pra revolucionar a educação. Não temos como ignorá-las, passar de largo; precisamos, sim, nos familiarizarmos com as mídias, visto que nossos clientes, os educandos, fazem uso delas cotidianamente.
Como educadores atuais, é mister que nos adequemos a esse novo perfil de profissional, aderindo às transformações inerentes às novas formas de aprender e ensinar. Nosso maior desafio é formar, de maneira efetiva e eficaz, nossos alunos, para que estes se tornem cidadãos responsáveis, autônomos na busca e seleção de conhecimentos que os possibilitem a resolver problemas no decorrer da vida.
E, particularmente, como eu, enquanto educadora nesta nova era, estou reagindo frente a estes novos desafios? Encaro positivamente as mudanças? Recolho-me ao ostracismo, preocupando-me em manter os marcos tradicionais antigos? Se quero evoluir e fazer da minha prática algo significativo para mim e para os educandos, preciso me desarmar de antigos paradigmas e abrir-me para mudanças tão necessárias e prementes.
Não dá mais pra se restringir ao giz e ao quadro-negro. Precisamos nos agarrar à jangada que passa e que promete melhorar e muito o nosso trabalho, a nossa sobrevivência. As NTICs vieram pra isso: dinamizar nossas ações e ampliar perspectivas para os discentes. Vamos aproveitá-las sem medo e com muita vontade.
No entanto, necessário é que tomemos muito cuidado ao utilizar essas tecnologias. O método é fundamental; tudo precisa ser minuciosamente pensado e planejado pois, se o fizermos de qualquer jeito, será tão ineficaz quanto prejudicial, vindo a atrapalhar em vez de auxiliar e enriquecer nossa ação pedagógica.
Nossos educandos precisam ser bem orientados no que se refere ao uso responsável das novas mídias e nós, educadores, também precisamos estar informados e formados, habilitados a norteá-los; e esta formação requer estudo e qualificação de nossa parte, a fim de que possamos dominar as novas tecnologias e assim prover meios significativos e alcançar objetivos verdadeiramente educacionais com relação aos educandos.
Como educadores atuais, é mister que nos adequemos a esse novo perfil de profissional, aderindo às transformações inerentes às novas formas de aprender e ensinar. Nosso maior desafio é formar, de maneira efetiva e eficaz, nossos alunos, para que estes se tornem cidadãos responsáveis, autônomos na busca e seleção de conhecimentos que os possibilitem a resolver problemas no decorrer da vida.
E, particularmente, como eu, enquanto educadora nesta nova era, estou reagindo frente a estes novos desafios? Encaro positivamente as mudanças? Recolho-me ao ostracismo, preocupando-me em manter os marcos tradicionais antigos? Se quero evoluir e fazer da minha prática algo significativo para mim e para os educandos, preciso me desarmar de antigos paradigmas e abrir-me para mudanças tão necessárias e prementes.
Não dá mais pra se restringir ao giz e ao quadro-negro. Precisamos nos agarrar à jangada que passa e que promete melhorar e muito o nosso trabalho, a nossa sobrevivência. As NTICs vieram pra isso: dinamizar nossas ações e ampliar perspectivas para os discentes. Vamos aproveitá-las sem medo e com muita vontade.
No entanto, necessário é que tomemos muito cuidado ao utilizar essas tecnologias. O método é fundamental; tudo precisa ser minuciosamente pensado e planejado pois, se o fizermos de qualquer jeito, será tão ineficaz quanto prejudicial, vindo a atrapalhar em vez de auxiliar e enriquecer nossa ação pedagógica.
Nossos educandos precisam ser bem orientados no que se refere ao uso responsável das novas mídias e nós, educadores, também precisamos estar informados e formados, habilitados a norteá-los; e esta formação requer estudo e qualificação de nossa parte, a fim de que possamos dominar as novas tecnologias e assim prover meios significativos e alcançar objetivos verdadeiramente educacionais com relação aos educandos.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Amor... muito amor e, é claro... muita tolerância!
Estamos vivendo tempos difíceis, onde somos confrontados diariamente sobre a nossa verdadeira vocação. São decisões que vêm de encontro ao que acreditamos ser correto e digno, que passam rasgando garganta adentro, nos fazendo engolir convicções e sentimentos os quais, expostos, estarão nos colocando em situação ruim.
É tempo de amar incondicionalmente o outro, como Cristo nos amou e nos ama. É preciso tolerar como jamais fizemos antes.
Nunca o amor se fez tão urgente e necessário! Se vivemos de fato o que pregamos, devemos prová-lo em ações, e ações de graça. Pregar a Palavra como Jesus ensinou, com firmeza, mas com brandura, para não cairmos no erro dos inquisidores que, em nome de uma Fé, dizimaram a muitos.
Deus, me ensina a amar de verdade, não apenas de palavras! Amém!!
Lóide Alves, depois de muitos dias contida... desabafando...
É tempo de amar incondicionalmente o outro, como Cristo nos amou e nos ama. É preciso tolerar como jamais fizemos antes.
Nunca o amor se fez tão urgente e necessário! Se vivemos de fato o que pregamos, devemos prová-lo em ações, e ações de graça. Pregar a Palavra como Jesus ensinou, com firmeza, mas com brandura, para não cairmos no erro dos inquisidores que, em nome de uma Fé, dizimaram a muitos.
Deus, me ensina a amar de verdade, não apenas de palavras! Amém!!
Lóide Alves, depois de muitos dias contida... desabafando...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O que muda no mundo com a informática
Começo a redigir este texto, lembrando-me de parte de uma música romântica nacional, que diz mais ou menos assim: “nada ficou no lugar... eu vou invadir sua aula... queria falar sua língua... eu vou publicar os seus segredos... que é pra ver se você olha pra mim...”. É exatamente assim que o mundo se sente com a chegada da tecnologia digital. Nada mais é como era. As relações sociais tomaram dimensões imensuráveis. Com a Internet, é possível conversar com alguém a milhares de quilômetros de nós; podemos saber de um fato imediatamente após sua ocorrência; podemos partilhar e compartilhar emoções com quem quiser nos ouvir, ver ou ler.
Com a educação não é diferente, posto que a escola não é uma ilha, isolada, dissociada do mundo, desconectada da realidade. Como parte disso, educadores e educandos precisam estar interdependendo, interagindo e apreendendo juntos, aproveitando-se das vantagens que a tecnologia digital nos oferece.
A escola, com o advento da informática, continua a ser um espaço de aprendizagem, só que bem mais rica de significado, de pressupostos, de caminhos a percorrer.
Nós, que vivemos do ensino, não precisamos ficar temerosos, apreensivos com o medo de sermos substituídos pelas máquinas, pois sempre seremos imprescindíveis. Nosso aluno sempre precisará de nós para orientá-lo, mostrando-lhe o caminho mais viável, que nem sempre é o mais rápido.
Como não deixaremos de existir, é mister que avancemos e deixemos de lado o comodismo e o marasmo, sacudindo a poeira e partindo para o nosso maior alvo, que é crescer e auxiliar outros a também evoluírem.
E como avançaremos sem riscos ou percalços? Por acaso imaginam que não me sinto desesperada com tanta coisa nova ao mesmo tempo? Também me assusta ter que aprender e dominar tanta novidade que aparece! Então, agarro-me a quem pode me dar suporte para vencer meus medos e fantasmas!
Esta formação oportunizada pelo MEC e facilitada pela SEMED está sendo o meu suporte para crescer e vencer meus temores em relação às Tic's. Sou imensamente grata a meu tutor, que tem total interesse em partilhar aquilo que já aprendeu e que o faz tão pacientemente.
Infelizmente, nem todos os colegas da turma se predispõem a seguir nesta formação e lamento principalmente porque sei que, no final das contas, perceberão o quanto perderam por desistirem nas primeiras tempestades.
É isso, pessoal! Não dá pra viver mais sem computador, sem internet, sem tecnologia... enfim... não dá mais pra viver só por viver. Precisamos fazer valer nossa estada nesse barco, que navega num oceano tão vasto e que tem tanto a nos oferecer.
Lóide Alves, como sempre... desabafando.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Você conhece um "troll"?
Depois de ler, com certeza você vai lembrar de alguém.
Um troll , na gíria da internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas. O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for suckers (lançando a isca para os trouxas), identificado e atribuído ao(s) causador(es) das sistemáticas flamewars.
O comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta, uma mais-valia das sociedades civilizadas. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais. Porém, independentemente da reação das vítimas da trollagem, o comportamento do troll continua sendo prejudicial ao fórum, pois o debate ou degenera em bate-boca ou prossegue sendo vandalizado pelo troll enquanto este tiver paciência ou interesse de atuar.
Há várias sistemáticas desenvolvidas por trolls para atuar num fórum de Internet, entre elas:
* Jogar a isca e sair correndo: consiste em postar uma mensagem de polêmica muito grande já esperando uma grande reação de cadeia e flame war. Porém o troll não se envolve mais na discussão ele some após a mensagem post original e se diverte com a repercussão. Uma forma mais branda é postar noticias polêmicas só para observar a reação da comunidade.
* Induzir a baixar o nível: alguns trolls testam a paciência dos interlocutores, induzem e persuadem a pessoa a perder o bom senso na discussão e apelar para baixaria e xingamentos. Com isso, o troll "queima o filme", consegue que a pessoa se auto-difame na comunidade por ter descido a um nível tão baixo.
* Repetição de falácias: outro método usado que induz ao cansaço, aqui o troll repete seu conjunto de falácias até que leve seu interlocutor à exaustão, alegando depois ter vencido a discussão após o abandono do oponente.
* Desfile intelectual: um troll pode ter um bom nível intelectual, vocabulário sofisticado diante de outros discursantes, desfilar referências e contradizer os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa, muitas vezes expondo ao ridículo e questionando sua formação intelectual.
* Transferir culpa: é muito comum também um troll acusar sua vítima de ser um troll para tirar de si a identificação como tal, abrindo caminho para alternativas anteriores.
(Texto extraído do Blog Genizah: < http://www.genizahvirtual.com/#ixzz0uaTqT6wm>)
Wikipedia
Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/#ixzz0uaTqT6wm
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike
O comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta, uma mais-valia das sociedades civilizadas. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais. Porém, independentemente da reação das vítimas da trollagem, o comportamento do troll continua sendo prejudicial ao fórum, pois o debate ou degenera em bate-boca ou prossegue sendo vandalizado pelo troll enquanto este tiver paciência ou interesse de atuar.
Há várias sistemáticas desenvolvidas por trolls para atuar num fórum de Internet, entre elas:
* Jogar a isca e sair correndo: consiste em postar uma mensagem de polêmica muito grande já esperando uma grande reação de cadeia e flame war. Porém o troll não se envolve mais na discussão ele some após a mensagem post original e se diverte com a repercussão. Uma forma mais branda é postar noticias polêmicas só para observar a reação da comunidade.
* Induzir a baixar o nível: alguns trolls testam a paciência dos interlocutores, induzem e persuadem a pessoa a perder o bom senso na discussão e apelar para baixaria e xingamentos. Com isso, o troll "queima o filme", consegue que a pessoa se auto-difame na comunidade por ter descido a um nível tão baixo.
* Repetição de falácias: outro método usado que induz ao cansaço, aqui o troll repete seu conjunto de falácias até que leve seu interlocutor à exaustão, alegando depois ter vencido a discussão após o abandono do oponente.
* Desfile intelectual: um troll pode ter um bom nível intelectual, vocabulário sofisticado diante de outros discursantes, desfilar referências e contradizer os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa, muitas vezes expondo ao ridículo e questionando sua formação intelectual.
* Transferir culpa: é muito comum também um troll acusar sua vítima de ser um troll para tirar de si a identificação como tal, abrindo caminho para alternativas anteriores.
(Texto extraído do Blog Genizah: < http://www.genizahvirtual.com/#ixzz0uaTqT6wm>)
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domingo, 12 de dezembro de 2010
A Participação da Família e a Vida Escolar
A cada dia que passa, a educação brasileira vem enfrentando reveses e intempéries e uma das causas, indubitavelmente, é a falta de acompanhamento da família no processo educacional de seus filhos.
As dificuldades financeiras, a necessidade de aumentar a renda familiar, devido ao maior número de filhos e dependentes, divórcios e separações que obrigam um dos pais a assumir sozinho o sustento e a criação dos filhos, entre outras situações, tudo isso tem culminado em um fracasso na aprendizagem de nossas crianças, adolescentes e jovens.
Há pouco mais de vinte anos, a educação e a aprendizagem nas escolas brasileiras eram mais eficientes devido à maior presença e participação da família, e não porque era tradicional ou mais rígida que hoje. Nossos pais cobravam de nós o que os professores exigiam na escola; assim, os assuntos eram aprendidos e apreendidos. Não havia uma noite em que nossos pais não nos cobrassem os cadernos e as lições, obrigando-nos a ficar atentos aos estudos e entrega de trabalhos.
Hoje, com toda essa permissividade, os pais negligenciam seu principal papel: criar seus filhos dentro de um padrão sério, com responsabilidade e direcionamento. Andam ocupados demais para acompanhar tarefas, rendimento, reuniões bimestrais, etc.
Enquanto não resgatarmos o verdadeiro sentido de família, nós, educadores, sentiremos cada vez mais frustração e insucesso na nossa empreitada solitária pois, sem o auxílio dos pais, os filhos jamais serão o que os professores tanto almejam: seres críticos, atuantes e transformadores.
Loide Alves, desabafando...
Há pouco mais de vinte anos, a educação e a aprendizagem nas escolas brasileiras eram mais eficientes devido à maior presença e participação da família, e não porque era tradicional ou mais rígida que hoje. Nossos pais cobravam de nós o que os professores exigiam na escola; assim, os assuntos eram aprendidos e apreendidos. Não havia uma noite em que nossos pais não nos cobrassem os cadernos e as lições, obrigando-nos a ficar atentos aos estudos e entrega de trabalhos.
Hoje, com toda essa permissividade, os pais negligenciam seu principal papel: criar seus filhos dentro de um padrão sério, com responsabilidade e direcionamento. Andam ocupados demais para acompanhar tarefas, rendimento, reuniões bimestrais, etc.
Enquanto não resgatarmos o verdadeiro sentido de família, nós, educadores, sentiremos cada vez mais frustração e insucesso na nossa empreitada solitária pois, sem o auxílio dos pais, os filhos jamais serão o que os professores tanto almejam: seres críticos, atuantes e transformadores.
Loide Alves, desabafando...
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