sábado, 4 de junho de 2011

O papel do educador em uma sociedade em que as NTIC's geram profundas mudanças

Como diz o trecho de uma canção popular, “nada ficou no lugar... vou invadir sua aula... que é pra ver se você olha pra mim...” As NTICs vieram pra ficar e pra revolucionar a educação. Não temos como ignorá-las, passar de largo; precisamos, sim, nos familiarizarmos com as mídias, visto que nossos clientes, os educandos, fazem uso delas cotidianamente.

Como educadores atuais, é mister que nos adequemos a esse novo perfil de profissional, aderindo às transformações inerentes às novas formas de aprender e ensinar. Nosso maior desafio é formar, de maneira efetiva e eficaz, nossos alunos, para que estes se tornem cidadãos responsáveis, autônomos na busca e seleção de conhecimentos que os possibilitem a resolver problemas no decorrer da vida.

E, particularmente, como eu, enquanto educadora nesta nova era, estou reagindo frente a estes novos desafios? Encaro positivamente as mudanças? Recolho-me ao ostracismo, preocupando-me em manter os marcos tradicionais antigos? Se quero evoluir e fazer da minha prática algo significativo para mim e para os educandos, preciso me desarmar de antigos paradigmas e abrir-me para mudanças tão necessárias e prementes.

Não dá mais pra se restringir ao giz e ao quadro-negro. Precisamos nos agarrar à jangada que passa e que promete melhorar e muito o nosso trabalho, a nossa sobrevivência. As NTICs vieram pra isso: dinamizar nossas ações e ampliar perspectivas para os discentes. Vamos aproveitá-las sem medo e com muita vontade.

No entanto, necessário é que tomemos muito cuidado ao utilizar essas tecnologias. O método é fundamental; tudo precisa ser minuciosamente pensado e planejado pois, se o fizermos de qualquer jeito, será tão ineficaz quanto prejudicial, vindo a atrapalhar em vez de auxiliar e enriquecer nossa ação pedagógica.

Nossos educandos precisam ser bem orientados no que se refere ao uso responsável das novas mídias e nós, educadores, também precisamos estar informados e formados, habilitados a norteá-los; e esta formação requer estudo e qualificação de nossa parte, a fim de que possamos dominar as novas tecnologias e assim prover meios significativos e alcançar objetivos verdadeiramente educacionais com relação aos educandos.

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